Mais tarde, Jesus o encontrou no templo e lhe disse: Olha que já estás curado; não peques mais, para que não te suceda coisa pior.Jo.5.14
A sociedade moderna excluiu do seu vocabulário a palavra “pecado”. Tornamo-nos extremamente criativos em dar nomes ao que a Bíblia chama de pecado. Por exemplo: chamamos imoralidade sexual de desvio de conduta e fraqueza, adultério é chamado de relacionamento extraconjugal.
Dentre estas novidades modernas existe algo que, se não fosse discriminatório e sério, seria cômico. O que seria isto?
Quando alguém menos favorecido financeiramente rouba alguma coisa é logo chamado de ladrão. No entanto, se esta pessoa tiver uma condição financeira mais favorável, ela é chamada de cleptomaníaco. Um é levado para a prisão, o outro para algum médico especialista em desvio de comportamento.
Sei que você deve estar pensando que sou algum desinformado, afinal, qualquer pessoa pode desenvolver tal “doença”. Talvez seja verdade, porém, não tenho nenhuma recordação de ter visto ou ouvido falar de um cleptomaníaco pobre.
Bom, vamos deixar isso de lado, se não fugiremos do nosso foco.
Você conhece o conceito bíblico de pecado?
De acordo com a Concordância Exaustiva de Hebraico e Grego, de Strong, o nome grego para pecado é “hamartia”. Ela tem algumas definições, vejamos:
Errar o alvo;
Errar, estar errado;
Desviar-se da lei de Deus, violar a lei de Deus, pecado;
Aquilo que é errado, pecado, uma ofensa, uma violação da lei divina em pensamento ou ação.
Sintetizando, pecado sempre é uma violação da lei de Deus, seja em pensamentos ou ações.
Você já violou a lei de Deus?
Você tem alguma noção da gravidade das conseqüências do pecado na vida de alguém?
Vamos dar uma olhada no texto bíblico de João 5:1-14.
Ninguém sabe precisar que pecado este homem cometeu, mas uma coisa nós sabemos, isto lhe custou 38 anos de sofrimento e solidão.
O pecado, mesmo que seja só em termos espirituais, tem o poder de tirar-nos do convívio das pessoas que amamos e lançar-nos na solidão existencial.
Se observarmos o que aconteceu com esse homem é fácil percebermos que a família não era presente na sua vida – “não tenho ninguém”. Você alguma vez já foi afastado do convívio de pessoas amadas por causa do pecado?
Outra característica do pecado é a falta de companheirismo – “não tenho ninguém que me ponha no tanque” – não foi só a família que se afastou dele, mas os amigos também. O triste é que na maioria das vezes somos nós mesmos que nos afastamos das pessoas. Veja por exemplo, o casal de namorados que sempre participou das programações de sua igreja e de uma hora para outra eles não são mais vistos na igreja. Agora só aprecem nos domingos a noite e com o passar do tempo nem mais no domingo eles aparecem. Se alguém não perceber logo tal situação e ver o que está acontecendo é bem provável que este casal esteja na pratica do pecado.
Quando estamos “enfermos” pelo pecado e sem forças pra chegarmos ao “tanque de Betesda” tudo o que nos resta é a esperança de que algum dia alguém olhara para nós com olhar de misericórdia e fará a pergunta que nossa alma deseja ardentemente ouvir: “queres ser curado?”.
Só há uma maneira de livrar-nos das garras do pecado: através da cruz de Cristo. Foi lá que o Senhor Jesus Cristo desfechou o golpe fatal no pecado. Você deseja ir até à cruz encontrar-se com o seu Salvador? Reconheça seus pecados, peça perdão ao Senhor Jesus e o convide para habitar em seu coração. “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo”. Ap.3.20.
Dentre estas novidades modernas existe algo que, se não fosse discriminatório e sério, seria cômico. O que seria isto?
Quando alguém menos favorecido financeiramente rouba alguma coisa é logo chamado de ladrão. No entanto, se esta pessoa tiver uma condição financeira mais favorável, ela é chamada de cleptomaníaco. Um é levado para a prisão, o outro para algum médico especialista em desvio de comportamento.
Sei que você deve estar pensando que sou algum desinformado, afinal, qualquer pessoa pode desenvolver tal “doença”. Talvez seja verdade, porém, não tenho nenhuma recordação de ter visto ou ouvido falar de um cleptomaníaco pobre.
Bom, vamos deixar isso de lado, se não fugiremos do nosso foco.
Você conhece o conceito bíblico de pecado?
De acordo com a Concordância Exaustiva de Hebraico e Grego, de Strong, o nome grego para pecado é “hamartia”. Ela tem algumas definições, vejamos:
Errar o alvo;
Errar, estar errado;
Desviar-se da lei de Deus, violar a lei de Deus, pecado;
Aquilo que é errado, pecado, uma ofensa, uma violação da lei divina em pensamento ou ação.
Sintetizando, pecado sempre é uma violação da lei de Deus, seja em pensamentos ou ações.
Você já violou a lei de Deus?
Você tem alguma noção da gravidade das conseqüências do pecado na vida de alguém?
Vamos dar uma olhada no texto bíblico de João 5:1-14.
“Passadas estas coisas, havia uma festa dos judeus, e Jesus subiu para Jerusalém. Ora, existe ali, junto à Porta das Ovelhas, um tanque, chamado em hebraico Betesda, o qual tem cinco pavilhões. Nestes, jazia uma multidão de enfermos, cegos, coxos, paralíticos [esperando que se movesse a água. Porquanto um anjo descia em certo tempo, agitando-a; e o primeiro que entrava no tanque, uma vez agitada a água, sarava de qualquer doença que tivesse]. Estava ali um homem enfermo havia trinta e oito anos. Jesus, vendo-o deitado e sabendo que estava assim há muito tempo, perguntou-lhe: Queres ser curado? Respondeu-lhe o enfermo: Senhor, não tenho ninguém que me ponha no tanque, quando a água é agitada; pois, enquanto eu vou, desce outro antes de mim. Então, lhe disse Jesus: Levanta-te, toma o teu leito e anda. Imediatamente, o homem se viu curado e, tomando o leito, pôs-se a andar. E aquele dia era sábado. Por isso, disseram os judeus ao que fora curado: Hoje é sábado, e não te é lícito carregar o leito. Ao que ele lhes respondeu: O mesmo que me curou me disse: Toma o teu leito e anda. Perguntaram-lhe eles: Quem é o homem que te disse: Toma o teu leito e anda? Mas o que fora curado não sabia quem era; porque Jesus se havia retirado, por haver muita gente naquele lugar. Mais tarde, Jesus o encontrou no templo e lhe disse: Olha que já estás curado; não peques mais, para que não te suceda coisa pior”.
O texto revela que existia homem um paralítico e que este sofreu durante 38 anos . Surpreendentemente a causa desua paralisia era o pecado. (v14)Ninguém sabe precisar que pecado este homem cometeu, mas uma coisa nós sabemos, isto lhe custou 38 anos de sofrimento e solidão.
O pecado, mesmo que seja só em termos espirituais, tem o poder de tirar-nos do convívio das pessoas que amamos e lançar-nos na solidão existencial.
Se observarmos o que aconteceu com esse homem é fácil percebermos que a família não era presente na sua vida – “não tenho ninguém”. Você alguma vez já foi afastado do convívio de pessoas amadas por causa do pecado?
Outra característica do pecado é a falta de companheirismo – “não tenho ninguém que me ponha no tanque” – não foi só a família que se afastou dele, mas os amigos também. O triste é que na maioria das vezes somos nós mesmos que nos afastamos das pessoas. Veja por exemplo, o casal de namorados que sempre participou das programações de sua igreja e de uma hora para outra eles não são mais vistos na igreja. Agora só aprecem nos domingos a noite e com o passar do tempo nem mais no domingo eles aparecem. Se alguém não perceber logo tal situação e ver o que está acontecendo é bem provável que este casal esteja na pratica do pecado.
Quando estamos “enfermos” pelo pecado e sem forças pra chegarmos ao “tanque de Betesda” tudo o que nos resta é a esperança de que algum dia alguém olhara para nós com olhar de misericórdia e fará a pergunta que nossa alma deseja ardentemente ouvir: “queres ser curado?”.
Só há uma maneira de livrar-nos das garras do pecado: através da cruz de Cristo. Foi lá que o Senhor Jesus Cristo desfechou o golpe fatal no pecado. Você deseja ir até à cruz encontrar-se com o seu Salvador? Reconheça seus pecados, peça perdão ao Senhor Jesus e o convide para habitar em seu coração. “Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entrarei em sua casa e cearei com ele, e ele, comigo”. Ap.3.20.

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